O tom dos passos de sua caminhada até mim, a sobra da voz
que me enche em si.
O mundo gira em passos de um pulsar cardíaco apressado.
Os passos ao elevador me enche de presságio.
Aumentam a angústia, decifram minha tortura.
Não vejo o mundo parar, não vejo andar ao menos rodar.
Pulsa em suas veias o sangue de um ritmo sem som, notas
sem tom de uma sinfonia que não cala, não soa, não entra.
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